
sábado, 28 de novembro de 2009
A tristeza da minha saudade.

Memórias de alguém que precisa de amor.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Notícia não mto boa :(
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sugestão de Livro.

terça-feira, 17 de novembro de 2009
Explicaçoes.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Um sonho pode ser real .
Depois de todo o processo para me recuperar, descemos para a cozinha. Me sentia muito faminta a ponto de comer um elefante. Nunca tinha acordado dessa maneira. Acho que estava precisando de muita energia. Será que eu estava doente? Esperava que não, eu não queria por nada neste mundo perder os ultimos dias de férias. Eu e Trevor nos dirigimos á cozinha calmamente para que eu não saisse rolando as escadas novamente.
Sentei á mesa, onde minha irmã comia deveras lentamente lendo uma revista de moda ao mesmo tempo. Não percebeu nossa presença – minha e de Trevor - , e tambem não fiz questao que percebesse. Era ate melhor para mim, assim, logo pela manha, não iria ouvir as besteiras que saem da sua boca para me afetar. Na maioria das vezes não conseguindo.
Mamãe me trouxe os famosos biscoitos que eu tanto amava com uma deliciosa xícara de café. Quando mamãe perguntou para Trevor o que ele queria, ele preferiu o mesmo que eu.Mais uma coisa que eu adorava no Trevor, ele possuia varios gostos parecidos com os meus. Nunca tive medo de escolher o presente errado para ele.E o mesmo comigo tambem. Ele sempre acertava.
Fomos para a sala e botei o filme Mensagem Instantanea para passar o tempo. Era um filme sobre romance – genero preferido de nós dois – em que os personagens se apaixonavam mandando mensagens um para o outro. Bonita a história, mas não daquelas que me faziam chorar.No meio do filme Trevor se levantou rapidamente e foi em direção ao quintal onde minha mãe regava as flores. Por um momento fiquei ali parada observando ele se distanciar.
Uns segundos se passaram e eu já estava de pé seguindo-o. Cheguei no quintal muito bem elaborado por um paisagista que era amigo de minha mãe, e que nos fez um desconto maravilhoso. No meio do grande jardim se encontrava uma grande árvore, que minha mãe havia mandado plantar assim que comprou a casa. Debaixo dela um banco projetado rodeava todo seu caule grosso e antigo.
Fiquei ali parada observando os dois conversando. Minha mãe não estava com uma cara muito feliz. Cruzei os braços e esperei que Trevor viesse logo para que terminássemos o filme.
Olhei em meu relógio de pulso e eram 10 da manhã de sexta. Dei mais uma olhada em direção ao canteiro onde Trevor já se levantava sorrindo grandeosamente.Fiquei confusa e esperei ele chegar até mim. Talvez para zombar de mim, ele vinha em passos curtos e lentos e ao mesmo tempo com aquela cara de zombeteiro. Não pude deixar de sorrir.
Finalmente ele estava perto de mim. Se inclinou para os meus ouvidos e falou:
- É Marina. Parece que voce perdeu a aposta. Que tal uma festinha domingo?
E simplesmente saiu me deixando ali perplexa. Minha mae se voltou para mim e sorriu. Ainda incrédula, dei meia volta e fui atrás dele. Só podia ser brincadeira mesmo minha mãe deixar que eu saísse de casa sozinha com Trevor. E eu não iria aguentar ir para uma festa, não mesmo. Cheguei na sala e Trevor estava ali, olhando para o filme no modo pause. Ele se virou e sorriu novamente.
- Anda Marina, vem sentar aqui do meu lado. Precisamos planejar para onde quer sair amanha e como será a festa.
- Como...? Como voce conseguiu? - olhei com o espanto preso em meu rosto.
- Ora Marina, não se assuste. Eu disse que sou um menino de bom coração. Não estava acreditando em mim? - disse com um olhar zombeteiro.
- Sim... mas....nao Trevor, eu não quero ir para essa festa.
- Entao não quer sair de casa. A aposta era: se eu conseguisse convencer sua mae de sair comigo para algum lugar que voce tenha em mente, entao voce iria comigo para uma festa.
- Ow Trevor. Tá certo, você venceu. Não aguento mais ficar dentro de casa.
- Claro, pois entao escolha o seu destino. Se der, poderemos ir para mais de um lugar dependendo da distancia. E não se esqueça do clube tambem.
- Tudo bem.Vamos para o clube, andar de bicicleta e levar uns lanchinhos. E quando estiver no fim do dia vamos para a ponte.
- Para mim está ótimo. E a festa...
- Aaah! - fiz cara de gente muito cansada e olhei para ele meio nervosa.
- Pois é Marina. A festa será na casa de um amigo meu. Lá tem pisicina, uma grande churrasqueira, quadra de volei e várias outras coisas. Vai ser divertido vai.. voce vai conhecer mais pessoas e quem sabe alguem. - olhou para mim com os olhos brilhantes. Acho que aquele era um olhar novo, porque eu não soube entender o que ele queria dizer com aquilo exatamente.
- Tá certo. Gosto de volei. E talvez esteja na hora de realmente eu me associar mais com as pessoas.
- É assim que gosto de ver. Vai dar tudo certo. Você vai ver. - terminou a frase com aquele seu sorriso sincero e brilhante.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Presentinho do TPDC (tio pai da cíntia)'
Foi lançado a pouco tempo o novo sony ericcson da HK perfeeeeeeito, mais vai ficar na vontade, ele pode ser tudo de bom mas qualidade e as coisas que ele faz neim se compara ao que eu vou ganhar. Vai ficar na vontade ://
Uma aula muito louca.
1- Pura Física.
Sentada na minha cadeira
Sem mais o que fazer
Escrevemos uma música
Para melhor aprender
Física é um saco isso eu tenho que dizer (wooo)
E eu quero ir embora pra poder comer (2x)
Todo dia eu fico imaginando
Como é que eu faço pra dar o fora daqui
Qual é a utilidade dessa bosta
Só sei que eu naum to mais neim aí IIIEEEE
2- Rap da Química.
Eu sou pura química e isso naum é normal
Matéria muito chata pra que serve afinal
Hidrogênio e Carbono que coisa mais banal
As horas passam devagar e eu quero me mandar
Átomo, molécula, tabela periódica
E eu naum quero neim saber porque pra mim isso é uma bosta
É a Sarah Fortaleza e a Cíntia Sales Eufrásio
Sem mais o que fazer resolveram escrever
Esse rap muito louco pra negrada aprender
FALOW!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK' geente, vai ser vários ritmos, aguardam que nós vamos mesmo gravar, mas sem instrumentos, só as vozes horriveis mesmo, e faremos videos das melhores e mais engraçadas.! aguardem.
domingo, 20 de setembro de 2009
Á Prova de Fogo

Sinopse: Do mesmo estilo de Desafiando Gigantes... Kirk Cameron (Deixados Para Trás) interpreta Caleb Holt, um heróico capitão bombeiro que preza a dedicação e o serviço ao próximo acima de tudo. Mas a parceria mais importante de sua vida, seu casamento, está prestes a se desfazer em fumaça. Esta história cativante acompanha o desejo de um homem em transformar sua vida e seu casamento através do poder curativo da fé e de seguir adiante pelo lema dos bombeiros: Nunca deixe seu parceiro para trás.
Minha opinião: eu só tenho a dizer que voces tem que assistir, MELHOR QUE DIÁRIO DE UMA PAIXÃO (foi duro ter de chegar a esta conclusão, mas é a pura verdade) D:
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Um sonho pode ser real .
- Marina? - escutei a voz de Trevor grave no escuro. Fiz força para me recuperar do susto. Encostei na coisa que estava no meu braço e percebi que eram os dedos de Trevor me apalpando para descobrir o que ou quem eram.
- Ai Trevor, que susto.
- Desculpa. É que escutei uns barulhos vindos de algum lugar por aqui. Resolvi vir ver se voce estava bem, se não tinha acontecido nada.
- Eu tambem escutei o barulho, mas não foi nada comigo. Estava pensando em lhe dar um susto. - falei sarcástica.
- É mesmo? Bela tentativa, mas voce não iria conseguir...
Antes que Trevor terminasse a frase, sentimos passos apressados e pesados passando por trás da gente. Senti arrepios na nuca e agarrei Trevor com toda a força. Esperamos uns minutos para ver o que acontecia, e de repente um barulho de vidro rompeu da cozinha. Eu estava tão assustada que não me contive, e gritei. Gritei o mais alto que pude e imediatamente meus pais estavam na porta do quarto deles me olhando assustados.
Minha mae foi a primeira que deu os primeiros passos e meu pai só ficou me olhando. Percebi que não tinha soltado Trevor e na mesma hora o fiz. Minha mãe me abraçou e perguntou o que tinha acontecido.
- Mãe, ouvimos um barulho, algo passou por nós e tambem ouvi barulho de vidro quebrando vindo da cozinha. Eu fiquei muito assustada e gritei. Trevor tambem estava saindo da cama para ver o que era.
- Pode deixar filha. Vou descer agora mesmo para ver o que aconteceu. - falou meu pai já se dirigindo á escada.
Minha mãe o seguiu logo depois. Olhei para Trevor esperando sua reação. Ele pegou minha mão e me arrastou junto escada abaixo. Minha mãe estava de costas impedindo a passagem para a cozinha. Ela nem respirava direito ,se duvidasse. Toquei suas costas cobertas por um robe lilás e ela se virou tremendo me dando passagem para a cozinha.
Fiquei surpresa quando olhei em volta e nossos microondas, mini-churrasqueira,tv digital e telefone haviam desaparecido. Eram coisas que sempre chamavam a atenção por serem modernas e caras. Perto da geladeira cacos de copos e pratos estavam espalhados pelo chão, a porta da geladeira estava aberta, o gás estava ligado e imediatamente meu pai desligou.
Poderíamos ter morrido com a tampa do gás aberta. Olhei para minha mãe que continuava tremendo e perguntei o que poderia ter sido. Meu pai repondeu por minha mãe.
- Concerteza querida, foi um ladrão. E ele foi bastante esperto. Não estendo como ele entrou aqui, tem muitos portões e muitas trancas. Tenho certeza de que assim que ele tivesse entrado pelo segundo portão eu teria ouvido. É o portão que possiu o alarme. - ele ficou coçando a barba por alguns momentos, pensativo, e nos mandou para a cama.
Dava para ver que minha mãe estava completamente atordoada. O amor pela cozinha dela era muito grande. Trevor estava sem expressão, não soube se ele estava muito cansado ou se não se importava com o que tinha acontecido. Olhei para Trevor e ele me retribuiu o olhar, pegou em minha mão e começou a me conduzir para as escadas.
Não entendi o que estava acontecendo comigo, do nada comecei a me sentir mal, fiquei tonta enquanto subia as escadas. Depois disso, não lembro de mais nada.
CAPÍTULO 2 - Parte 1
31/07/09
Acordei com Trevor sentado no sofá perto da janela olhando através dela, perdido em pensamentos. Chamei-o com a voz fraca de sono e ele se virou e veio em minha direção. Tentei levantar mas meu corpo pesava muito. Continuei ali imóvel. Mexi minhas pernas e elas doiam como se tivessem levado uma queda e tivessem entortado..
Fiz cara de dor e olhei-o nos olhos. Percebi que ele estava bastante cansado tambem e que fazia força para continuar ali acordado.
- Bom-dia amiga querida. Como esta se sentindo? - falou com um sorriso cansado e sincero.
- Me sinto diferente. Cansada e com as pernas doloridas. - falei tentando inutilmente me mexer mais uma vez.
- Voce não lembra mesmo, não é?
- Não?! Do que eu deveria me lembrar? - falei confusa.
- Quando estavamos subindo as escadas voce desmaiou do nada. Não que voce seja gorda, mas voce estava com o corpo tao pesado e eu estava tao cansado que não consegui ti segurar direito. Voce saiu rolando as escadas.Eu me desesperei e chamei seus pais que me ajudaram a ti trazer aqui para o quarto. Não dormi, fiquei aqui com voce a noite toda preocupado.
- Oh Trevor. Me desculpa! Voce precisa dormir, não fique mais aqui comigo, eu vou ficar bem.
- Não Marina, se eu aguentei a noite toda aguento mais um pouco. Preciso fazer uma coisa importante hoje.Primeiro vou ti levar no banheiro pra voce tomar uma ducha e esfriar mais a cabeça. E depois farei o que tenho de fazer.
- Voce é tao bom pra mim. Tenho sorte de voce ser meu melhor amigo. - falei dando o melhor sorriso que eu podia.
- Não, eu é quem tenho sorte. - falou retribuindo o sorriso.
Trevor me conduziu ao banheiro defronte ao meu quarto. Enquanto lavava o rosto ele ligava o chuveiro elétrico e botava na temperatura adequada.
domingo, 6 de setembro de 2009
Novidades.

sábado, 5 de setembro de 2009
Um sonho pode ser real .
Saí rapitamente para o sofá e vi meu pai subindo a escada para o segundo andar que levava aos quartos. Minutos depois minha irmã desceu com uma espressão assustada. Como sempre ela veio em minha direção, mas desta vez não para pertubar e sim para perguntar pelo papai.Nesses mometos Aline sempre ouve as coisas com bastante atenção – na maioria das vezes ela interrompe - e por um momento, após eu ter terminado a história, ela ficou parada olhando para a grande lareira ali na sala. Olhou mais uma vez para mim e simplesmente foi embora. Talvez tenha sido impressão minha mas achei que tinha visto uma lágrima descer levemente pelos seus olhos.
Aline era uma garota forte, era bem decidida mas totalmente irritante. Pelo menos comigo.Queria entender porque meu pai não falava nada para ninguem, nem para a minha propria mãe. Não pode ter sido algo tão grave assim, ele era um homem de bem e não faria mal a uma mosca – a não ser que a dita cuja pertubasse demais.
Enfim, fui tomar meu banho tentando esquecer a conversa que ouvi na cozinha.Estava louca para que Trevor chegasse e gostaria de estar apresentável. Olhei no espelho para ver como andava minha aparência nesses dias.
Meu cabelo estava meio assanhado, mas as ondulações desciam levemente até os seios. Meus olhos verdes – herança de minha mae – brilhavam um pouco, e uma bolsinha se encontrava debaixo de cada um, meus lábios estavam meio desidratados. Meu Deus, eu estou ficando louca? Estava totalmente descuidada e iria imediatamente me ajeitar, e rápido porque o tempo estava passando.
Já eram cinco da tarde e já estava tirando a roupa para tomar uma bela de uma ducha.Em menos de 20 minutos já estava no meu quarto escolhendo uma roupa confortável. É claro que não iria me arrumar toda para o meu melhor amigo. Passei um pouco de base nas olheiras , um hidratante para os lábios e depois para o corpo.
Sentei em minha cama com edredom lilás escuro. Fiquei um minuto observando meu pequeno mundo, um mundo que era só meu. As paredes pintadas de um lilás mais claro ainda estavam em perfeita conservação, tirando um canto da parede em que escrevi “Eu amo o Trevor meu melhor amigo” quando tinha 7 aninhos, que foi o ano em que conheci Trevor quando os pais dele o levaram para minha festa de aniversário.
Pedi para que minha mãe nunca pintasse aquele cantinho.Porque era especial e me trazia muitas lembranças. Perto da janela com uma cortina branca se encontrava o meu cantinho preferido. Um sofá na cor branca, com vários travesseiros para que eu pudesse ler de dia, quando o sol, com seus raios perfeitos, passava por ali para dar luz suficiente para minha leitura.
Do outro lado do quarto havia uma mesa grande com meu notebook branco e ao lado um espaço para fazer meus deveres de casa. Por fim, no canto da parede perto da mesa tinha também minha estante preciosa com meus livros preferidos.
Ouvi a campanhia e saí rapidamente do meu devaneio. Calcei minha sandália de dedo preta e saí apressada pela escada para atender a porta. E claro, era Trevor. Um pouco mudado apenas. Seus cabelos haviam crescido um pouco fazendo com que ficasse com aquele corte surfista. Estava mais musculoso e seu sorriso continuava sereno com os dentes perfeitamente brancos.
Trevor colocou a bolsa no chão e me deu um abraço de urso me fazendo sair um pouco do chão.
Anda Trevor, entra logo, vou mostrar o quarto onde voce vai ficar.
Certo. - falou pondo a mochila novamente nas costas.
Quando estávamos chegando perto da escada minha mãe veio da cozinha para cumprimentar Trevor. Mamãe sempre dizia que eu deveria um dia pensar em namorá-lo. Só se ela estiver louca mesmo, porque o cara é meu amigo e sinceramente, só de imaginar me dá náuseas.
Não que Trevor seja feio. Ele é super gato e tal, mas é quase meu irmão. Ao lado do meu quarto tinha o quarto de hóspedes, branco com verde. O conforto se encontrava ali, de um jeito tão acolhedor que Trevor não queria mais sair da cama. Por um momento ele observou bem o hambiente.Logo após parou o olhar em mim.
Trevor? Algo errado?
Sim. - falou com uma cara triste. Fiquei assustada. Não poderia estar faltando nada ali. O que mais ele queria? Fiz algo errado?
O que Trevor? - falei engolindo em seco.
Um quadro bem grande de nós dois aqui. - falou com um sorriso travesso. Corri para a cama e me joguei em cima dele. Não tinha como, continuávamos as mesmas crianças de oito anos atrás.
Eu pensei que tinha feito algo errado. - falei olhando-o nos olhos.
Mas é claro que não Marina. - e começou a rir, aquela risada gostosa ,que nos leva a rir junto. – Você precisava ver a sua cara de assustada.
Pois se prepare por que hoje sou eu quem irei ver sua cara de assustado. - falei por fim saindo de cima dele e o puxando pelo braço. - Temos que ir jantar. Vem logo.
A janta foi maravilhosa. A conversa fluiu bem durante toda a refeição.Meu pai estava fazendo um esforço para não se mostrar tão para baixo. Me irmã fez o favor de derramar suco nas minhas pernas, talvez de propósito. Não me importei, assim que me levantei todos olharam para mim e começaram a rir. Ate meu pai. Por isso não fiquei tão zangada.
Uma novidade foi descoberta. Trevor iria para o mesmo colegio que o meu, mas não sabia se iria ficar na mesma sala que eu. Contanto que fosse no mesmo turno e pudéssemos nos ver no recreio, tudo bem para mim, não iria querer mais nada.
Minha vida não era muito social dentro dos limites da escola. Já estava fazendo o primeiro ano, eu continuava no mesmo colégio e conhecia apenas as pessoas da minha sala e poucas do segundo ano. Os professores me adoravam, mas não por ser nerd e sim porque adorava perguntar as coisas para eles. Não somente da materia, mas da vida tambem.
O professor Lucas, de matemática, era o mais receptivo. Já cheguei a contar uns segredos para ele, e ele adorava me dar conselhos. Era o melhor professor, e sempre que tirava notas baixas ele ia atrás de fazer algo por mim. Dependendo se eu estava merecendo ou não.
Após a refeição cada qual lavou seu prato e fomos direto para a cama. Fiquei um tempo no quarto com Trevor contando como tinham sido as férias – já estávamos na última semana – e sobre os problemas de casa. Trevor me alertou que o que meu pai tinha feito deveria ser grave, e que eu não demonstrasse preocupação porque no momento certo ele iria nos contar o que aconteceu.
Suas palavras me reconfortaram. Era muito bom quando eu tinha problemas e os contava para Trevor. Ele sempre sabia o que dizer, e eu me sentia sempre bem depois de seus conselhos. O peso em minha cabeça havia aliviado e eu estava preparada para dar o susto que eu estava querendo dar no Trevor.
Dei um beijo de boa-noite em sua bochecha e ele retribuiu. Fui para o quarto lentamente. Deitei na cama e esperei alguns minutos. Concerteza ele já estaria cochilando e eu iria fazer um pequena brincadeira com ele.
Assim que olhei em meu despertador e vi que eram uma da madrugada, me levantei e peguei uns lençois para levar comigo. Abri a porta calmamente para que não acordasse ninguem. Se caso minha mãe me pegasse ali, seria o fim dos tempos. Tirei minha pantufa e senti o chão de mármore gelado. Meus pelos se eriçaram. Olhei em volta, era tudo escuridão. Um arrepio passou por mim. Respirei fundo, já estava começando a ficar com medo. Dei os primeiro passos lentamente e ouvi um barulho vindo de algum lugar ali pelo grande corredor.
O segundo andar era destinado apenas aos quartos e tres banheiros – o outro se encontrava na suite de meus pais. Resolvi não dar atençao ao barulho. Nunca fui de acreditar em fantasmas ou espíritos. Sempre que pegava meu pai assistindo a filmes de terror eu saía revirando os olhos.
Porque eles iriam nos fazer mal se não podemos fazer nada com eles? Eles são só ilusões de pessoas que tem algo muito errado no cérebro. Mas mesmo não tendo medo, naquele momento eu estava com um pouco. O silencio era tao desconfortante que eu sentia arrepios e não sabia dizer porque.
Dei mais alguns passos lentamente e senti algo em meu braço. Paralisei de vez e não tive coragem nem de respirar. Prendi o ar e fiquei ali imovel esperando algo acontecer.
sábado, 22 de agosto de 2009
Meu liiivro *-*
Um Sonho Pode Ser Real
(Cap. 1 - parte 1)
(30/07/09 - Julho) Olá, sei que é horrivel começar assim, meio brega até , mas tudo bem, sou Marina,moro em Uruguaiana, uma cidade não muito grande e nem muito pequena e perto da Argentina, país a qual estou louca para ir mas ainda não tive tempo.
Moro com meus pais perto da ponte Internacional de Uruguaiana, a qual gosto de vislumbrar a vista com um por-do-sol esplendido por cima do rio Uruguai. Minha mãe , Lizandra , não me deixa de jeito nenhum – mesmo fazendo fronteira – ir para a Argentina, morre de medo e não gosta nem de pensar nas coisas que poderiam acontecer comigo se eu fosse sozinha.
Estava de férias, nada para fazer, parte da semana em casa – por causa da minha mae como sempre – e esperava anciosamente o fim de semana para aproveitar um clube com meu melhor amigo, Trevor. Eu compartilhava todos os meus segredos com ele, e era com ele que eu comentava os milhares de livros que eu acabava devorando em praticamente um dia.
Vício em leitura é uma coisa que as pessoas mais proximas já estavam acostumadas. Sempre que saio, levo na bolsa um livro. Meus pais ainda não entendem porque eu leio um livro de 300 páginas em um dia. E nem eu consigo entender como sou rápida.
Estava lendo, afundada em um dos sofás gigantes da nossa sala em estilo colonial, quando minha mãe veio da cozinha me trazer uma bandeija de rosquinhas com chocolate quente. E lá estava ela, com seu cabelo preso em um coque – era dificil faze-la soltar -, vestindo um vestido de malha lilás que cabia perfeitamente em seu corpo malhado por natureza. Seus olhos verdes olhavam para mim esperando que eu me levantasse para pegar a bandeija que exalava um cheiro maravilhoso.
Peguei cuidadosamente a bandeija e sorri para ela. Recebi um beijo e ela se foi sem dizer mais nada. Minha mãe era uma pessoa meio estressada mas sabia a hora de ficar calada e me deixar um pouco em paz.Talvez ela tenha percebido que eu não estava muito feliz e preferiu me deixar quieta por alguns instantes.
Não se passaram menos de duas horas e eu já estava para acabar o livro quando o telefone tocou.Com a preguiça tomando conta do meu ser, fiz um esforço e me levantei cuidadosamente para atender o estressante telefone que tocava a alguns metros em uma pequena mesa de vidro com um livro enorme, que continha os números das pessoas mais importantes da cidade, e lugares até.
Com uma voz como quem tinha acabado de acordar, disse alô e ouvi a voz que estava aguardando esperançosamente para ouvir. Era Trevor, sua voz grossa e alegre.
- Trevor! Ai meu Deus, que saudades.
- Eu também Marina, tanto que não posso mais aguardar e já estou indo praí para ficar o resto da semana com voce.
- Mas Trevor, minha mãe...
- Não se preocupe, já resolvi tudo, até falei com seus pais antecipadamente, e sim, eles deixaram. Me disseram que voce anda meio pra baixo. - falou ele preocupado e, acho, se sentindo triste por eu estar triste.Odiava quando ele ficava com as mesmas emoções que as minhas, me sentia mal por ele.
- Sinceramente, tenho de confessar que é a pura verdade.Minha mãe não deixa eu sair de casa direito, morrendo de tédio aqui.Você precisa ver a pilha de livros que eu já li em uma semana.
- Ah não Marina. Se prepara porque não irei deixar voce encostar em nenhum desses seus livros.Vamos nos divertir.Dona Lizandra sabe que sou um menino de bom coração então não será nenhum problema sairmos por aí. - senti um sarcasmo em sua voz.
- Tá ok sabichão, se voce se acha tanto assim, quero só ver se voce vai conseguir convencer a fera. - falei sendo sarcástica tambem.
- Que tal uma aposta? Se eu conseguir, voce vai em uma festa comigo.
- Voce sabe muito bem que odeio festas. Mas vou aceitar a aposta porque sei que voce não irá conseguir. E também to precisando sair, ela não me deixa mais nem ver o por do sol na ponte.
- Pois entao me espere aí na porta, mas por favor, não me agarre bruscamente, gente importante não gosta dessas coisas.
- Não se preocupe, hoje estou meio cansada e não estarei com disposição para lhe agarrar e matar logo de uma vez. - ouvi sua risada grave e reconfortante.
- Tá certo, então um beijo, estarei ai em algumas horas.
- Um beijo. - e desliguei.
Será que era por isso que minha mãe estava tão calada? Ela estava escondendo isso como se fosse uma surpresa, e sim, era um grande surpresa. Um sorriso largo apareceu no meu rosto bem na hora em que meu pai abria a porta. Estava voltando do frigorífico onde foi comprar nossa janta. Tirou o casaco e colocou no cabide de madeira ao lado da porta. Seus cabelos pretos estavam meio assanhados e estava com a espressao meio cansada.
Ele olhou para mim, passou a mão pela barba mal feita, e sorriu também. Meu pai estava se descuidando, e não sei porque.Andava meio triste, já não fazia a barba, e havia parado de fazer academia. Uma pequena elevação crescia em seus quadris. Minha mãe tentou de diversos modos conversar com ele, mas ele não falava nada.
Fui em sua direção e o abracei com toda a força. Ele já era o contrario da minha mãe.Calmo e liberal na medida.É por isso que dizem que os opostos de atraem. Eu sorri mais uma vez e agradeci por ter deixado Trevor passar o resto da semana comigo.
- Claro filha, voce anda triste demais.Precisa sair e aproveitar enquanto é jovem.
- Parece que o senhor anda do mesmo jeito que eu. - falei com a voz fraca.
Ele apenas baixou a cabeça e foi em direção a cozinha.Fui atrás dele sorrateiramente para ouvir qualquer coisa que ele pudesse revelar para minha mãe.Me encostei na parede e apurei os ouvidos.
- Carlos, não pode mais esconder o que esta acontecendo com voce.Somos uma familia, por favor, sou sua mulher, devemos compartilhar os segredos um com o outro.Não aguento mais olhar para o homem que amo assim, para baixo.Antes era a Marina, agora voce, assim irei ficar louca.
- Não Lizandra, já disse que é horrível demais, não suportaria que voces viessem a saber da história.Não quero mais falar nisso, por favor pesso eu. Estou cansado.- minha mãe começou a chorar.
- Voce não pode fazer todos nós sofrermos... somos uma família, não tenha medo de nos dizer o que aconteceu, irei ti apoiar em tudo amor. Por acaso, tem a ver com os policiais que semanas atrás bateram na nossa porta?
- CHEGA! - ouvi uma batida na mesa como se ele tivesse dado um soco. - Não suporto mais, se estou sofrendo prefiro fazer isso sozinho, e não compartilhar com mais ninguem.E a conversa acaba aqui!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
SEC e etc.
Durante dois anos fiquei sem me apaixonar por ninguém, por conta de um garoto que me maguou muito, e hoje em dia parece que a ferida tá cicatrizando. Que bom! Só sei de uma coisa, nunca mais me declaro pra alguém, não mesmo. Pelo menos eu. Mas, tipo, convenci um amigo meu a se declarar, perguntei se ele sentia aquilo mesmo e ele acabou fazendo o que eu pedi. É tão bom voce expressar seus sentimentos para a pessoa amada, mas voce tem que ter a certeza absoluta de que sente aquilo mesmo :)
O colégio anda muito movimentado. To com muita coisa pra fazer. Ensaio, trabalhos em equipe, tarefas gigantescas e ainda tenho que estudar nos fins de semana com meu pai pra recuperar minhas notas. O Christus é totalmente dificil, mais ainda do que eu tinha imaginado. Mas to lutando bastante.
domingo, 16 de agosto de 2009
Mais filminhos ><
Tudo bem, confesso que sou viciada em filmes. Ontem mesmo fui comprar mais uns 8.Até agora só assisti esses 4 que vou passar pra vocês.- Doce novembro: Nelson Moss (Keanu Reeves, de Matrix) e Sara Deever (Charlize Theron, de Advogado do Diabo) não têm nada em comum a não ser uma hora terrível que p
assam no Departamento de Veículos para o exame de habilitação. Ela é uma mulher encantadora e charmosa que instiga o que há de melhor em um homem. Ele é um publicitário workaholic que tem dificuldade em se relacionar, e cuja única intimidade é com os resultados financeiros... Até conhecer Sara. Interessados um pelo outro mas sem estarem preparados para se envolver, eles estabelecem um namoro nada convencional. Uma relação de um mês, após a qual seguirão caminhos separados. Sem expectativas. Sem pressão. Sem nenhuma ligação. Só que eles não contavam com o fato de se apaixonarem.
- Minha opinião: Tá booom, confesso que chorei. A mulher é totalmente maluca, se veste mal pra caramba mas não está nem aí. E isso foi o que eu mais gostei. Ela vive a vida dela do jeito que ela quer sem se preocupar com os outros. O cara perde tudo e aprende a amar as coisas simples. Filme super fofo e triste no final. Nunca tenha medo de fazer o que quer, mas claro, sempre com a cabeça no lugar.
- Sim, senhor: Jim Carrey volta à comédia no papel de Carl Allen, um homem que se recruta num programa de auto-ajuda baseado num único princípio: dizer "sim" para tudo e qualquer coisa. No começo ele fica maluco e isso vira sua vida de cabeça para baixo. Mas logo ele começa a perceber infinitas possibilidades.
- Gatos, fios dentais e amassos: Prestes a fazer 15 anos, Georgia está de olho no lindo e sensual Robbie, o novo rapaz da escola, membro da banda Stiff Dylans. Infelizmente, Robbie já está saindo com sua cruel arqui-rival, a loira e perfeita Lindsay. Com a ajuda de seus bem-intencionados pais, seu exótico gato Angus e sua turma, a Ace Gang, Georgia põe em prática seus loucos planos para agarrar um fabuloso namorado e curtir o melhor de todos os aniversários!sábado, 15 de agosto de 2009
Gente, garanto que voces vão amar essa nova série de vampiros. Tem muito mais ação e é mais assustador, mais tem dois gatos e é bem legal a história. Nem pensem que tem a ver com Crepúsculo. Totalmente diferente. O primeiro livro chega dia 28 de agosto aqui no Brasil e a série de TV eu ainda não sei direito. Vai estrear na tv acabado CW *-* Elena passa a maior parte do tempo na companhia de sua melhor amiga Bonnie (Katerina Graham), uma jovem com habilidades psíquicas, e de Caroline (Candice Accola), que apesar de ser sua amiga morre de ciúmes da garota e rivaliza com ela a atenção dos outros. Seu ex-namorado e amigo de infância Matt (Zach Roerig) também é bastante próximo e ainda nutre esperanças de que os dois possam reatar um dia. Matt tem uma irmã mais velha, Vicki (Kayla Ewell), que teve um caso com o irmão de Elena, mas agora o ignora sempre que seu namorado Tyler Stratton (Michael Trevino) está por perto.
A chegada de Stefan Salvatore (Paul Wesley), um
gentil porém misterioso rapaz, desperta em Elena sentimentos que vão além de mera curiosidade. Assim como ela, Stefan também perdeu os pais e isso aproxima os dois, porém o que ela não sabe é que, apesar de aparentar 17 anos, Stefan é na verdade um vampiro de 200 anos. A situação fica mais arriscada quando seu irmão Damon (Ian Somerhalder), outro vampiro igualmente encantador porém diabólico, chega à cidade e demonstra interesse pela garota, dando início a uma disputa entre irmãos pela alma de Elena e dos demais habitantes de Mystic Falls.Eu serei Michael :o

Minha roupa vai ser essa aí com direito a ray-ban também o/'
